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segunda-feira, 23 de março de 2015

ALERGIAS ALIMENTARES: COMO LIDAR COM ELAS?


Estima-se que 6,8% das crianças com menos de 3 anos de idade e 2,3% dos adultos são acometidos de reações alimentares de causas alérgicas verdadeiras

A Alergia Alimentar é uma reação adversa a determinado alimento. Envolve um mecanismo imunológico e tem apresentação clínica muito variável, com sintomas que podem surgir na pele, no sistema gastrointestinal e respiratório. As reações podem ser leves com simples coceira nos lábios até reações graves que podem comprometer vários órgãos. A Alergia Alimentar resulta de uma resposta exagerada do organismo a determinada substância presente nos alimentos – de acordo com a Asbai – Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.
Nem toda reação adversa é alergia – ao ingerir um alimento ou aditivos alimentares podemos apresentar um efeito indesejado no organismo. Algumas vezes essas reações são tóxicas e, outras vezes, não tóxicas. O que isso quer dizer? Uma reação é considerada não tóxica quando é uma intolerância ou hipersensibilidade à substancia ingerida. Por exemplo: ao comermos algo que esteja contaminado por bactérias, microrganismos, provavelmente teremos febre, diarreia, vômitos. Isso ocorrerá com várias pessoas que também tenham ingerido esse mesmo alimento.

De acordo com Serafim Netto, nutricionista clínico e esportivo, as alergias podem surgir desde o nascimento e ocorrer em qualquer fase da vida. Não existe uma idade certa, na qual possamos perceber melhor as alergias, tendo em vista que a prevalência da alergia alimentar parece estar aumentando. “Mas esse fato tanto pode ser a consequência do melhor reconhecimento da doença, como por excesso de diagnósticos errôneos, decorrentes de interpretações inadequadas dos exames laboratoriais”- explica Serafim. Em crianças com menos de 3 anos de idade, tem sido referida uma prevalência de até 8% e em adultos, a prevalência é de 2%, mostrando um declínio da patologia nessa faixa etária (Chemin & Mura, 2011).
Ainda de acordo com Serafim, na faixa etária pediátrica, o leite de vaca, ovo, a soja, trigo e amendoim correspondem à grande maioria das reações clínicas encontradas, enquanto que no adulto o amendoim, castanhas, peixes e os frutos do mar são os mais descritos. As manifestações clínicas da alergia alimentar dependem da característica do indivíduo, tipo do alimento e o mecanismo fisiopatológico envolvidos na reação de hipersensibilidade alimentar.
Sendo assim, as manifestações são diversas: desde cutâneas como urticárias e dermatites, manifestações gastrointestinais como síndrome de alergia oral, proctocolites, enterocolites, esofagites e manifestações respiratórias como a asma. “Assim que desconfiar que a criança apresenta reação adversa a algum alimento, é importante o tratamento com um médico especialista em alergias (alergologista) e em seguida um nutricionista para que possa adequar a alimentação pela exclusão dos alimentos alergênicos”- alerta o nutricionista.
Uma alergia alimentar pode desaparecer com o tempo? – “Sim, a prevalência da alergia alimentar reduz com a idade, representando uma evidência que a maioria das crianças com alergia alimentar tornam se tolerantes com o passar do tempo, exceto alergia ao amendoim, outras castanhas e frutos do mar. É possível que uma alergia alimentar surja mais tarde, sem episódios anteriores. Há tratamento e cura. O importante é que o individuo exclua o alimento causador da alergia, evitando o seu consumo”- explica Serafim.

Atenção: intolerância à Lactose não é o mesmo que alergia alimentar
O leite tem um açúcar em sua composição: a Lactose. Quando ocorre a ausência da enzima lactase no intestino, há uma incapacidade de digerir a lactose (açúcar do leite). Assim, surgirão sintomas intestinais como diarreia e distensão abdominal. Algumas pessoas podem tolerar pequenas doses de leite ao dia. Podem, então, fazer uso de leites sem lactose ou com baixo teor dessa substância, disponíveis no mercado. É importante saber diferenciar alergia de intolerância.
Muitas vezes, familiares e profissionais da saúde fazem confusão. Intolerância à Lactose não é uma alergia alimentar, entendido? Veja bem, é importante ficar atento quando o médico diagnosticar que a pessoa é alérgica às proteínas do leite. Neste caso, a alimentação deve excluir leite e seus derivados (queijos, manteiga, iogurte etc).


Por Sandra Pires
Para saber mais acesse: http://www.sbai.org.br

sábado, 14 de março de 2015

Efeito do exercício no metabolismo das gorduras


Inúmeros estudos têm demonstrado que os indivíduos treinados usam mais gordura do que os não treinados durante uma tarefa padronizada de exercício. Por exemplo, numa corrida de 12,8 quilômetros por hora, depois de um treinamento de endurance (ex.: corrida) de dois meses, você usaria a mesma quantidade de calorias que teria usado numa corrida realizada antes do treinamento. Entretanto, depois do treinamento, grande parte dessa energia seria derivada da gordura. Consequentemente, o treinamento ajuda você a melhorar sua queima de gordura, o que pode ajudar na economia de glicogênio muscular (composto energético).

Embora nem todos os mecanismos tenham sido identificados, vários fatores podem estar envolvidos. Uma pesquisa revela que o treinamento físico aumenta a sensibilidade das células adiposas à adrenalina, possivelmente aumentando a atividade de uma enzima chamada lipase hormônio sensível (LSH) para facilitar a liberação de ácido graxo livre - AGL (gordura) no sangue durante o exercíco. O treinamento também aumenta o conteúdo de triglicérides musculares - possivelmente devido ao aumento da sensibilidade do hormônio insulina - o que regula o movimento dos AGL em direção das células.
Durante o exercício de alta intensidade, o carboidrato é a fonte de energia mais abundante, mas pesquisas recentes mostram que atletas de endurance altamente treinados podem ser capazes de utilizar as gorduras de maneira mais eficiente em exercícios de níveis de intensidade superiores a 50% do volume máximo de oxigênio. Por isso, é importante que se tenha um bom planejamento de exercícios e dieta, monitorados sempre por profissionais específicos, para que seu metabolismo se torne cada vez mais um "queimador de gorduras".

Dieta vegetariana reduz risco de câncer colorretal


Um estudo conduzido por pesquisadores norte-americanos demonstrou que indivíduos que consumiam uma dieta vegetariana tiveram um risco 22% menor de desenvolver câncer colorretal do que aqueles não vegetarianos).
O estudo contou com a participação de 77 659 homens e mulheres adventistas do sétimo dia. Os autores explicam que essa população tem uma taxa muito mais elevada de vegetarianismo do que a população em geral, por isso é um bom grupo para estudar as dietas vegetarianas, baixo consumo de carne, e alto consumo de alimentos de origem vegetal, e associar o impacto desses fatores com o risco de câncer.
Um questionário de frequência alimentar foi utilizada para avaliar a dieta no início do estudo. Juntamente com a dieta não vegetariana, foram identificadas quatro categorias de dietas vegetarianas: vegana (sem carnes, lácteos, ou ovos); ovo-lacto-vegetariana (sem carnes, mas com produtos lácteos e ovos); pescovegetariana (peixes e frutos do mar); e semi-vegetariana (carnes mais do que uma vez por mês, mas menos do que uma vez por semana). Foi utilizado o modelo de regressão de Cox (que é um modelo estatístico de risco proporcional, criado por Cox em 1972) para a análise de risco.
Diante dos resultados dessas análises, os autores concluíram que dietas vegetarianas foram associadas a um menor risco de desenvolver câncer colorretal geral, um risco 19% menor de câncer de cólon e um risco 29% menor de câncer retal.
Os autores relatam que indivíduos que seguem uma dieta vegetariana ou semi-vegetariana, tem um maior consumo de vegetais e outros alimentos ricos em fibras e afirmam que esse nutriente pode ser protetor contra o câncer colorretal.
Referências
http://www.nutritotal.com.br/notas_noticias/index.php…
Orlich MJ, Singh PN, Sabaté J, Fan J, Sveen L, Bennett H, et al. Vegetarian Dietary Patterns and the Risk of Colorectal Cancers. JAMA Intern Med. 2015
Foto: ilustrativa

quarta-feira, 11 de março de 2015

O mineral Cromo na atividade física


O cromo é considerado um componente essencial do fator de tolerância à glicose associado à insulina no metabolismo da glicose sangüínea. Em essência, o cromo potencializa a atividade da insulina, e isso também pode influenciar o metabolismo dos lipídios e proteínas. Além da manutenção das concentrações de glicose sangüínea, ele pode estar envolvido na formação do glicogênio do tecido muscular e facilitar o transporte de aminoácidos aos músculos. O cromo também pode influenciar o metabolismo do colesterol.

As deficiências clinicamente manifestadas de cromo são raras, mas normalmente concentrações elevadas de glicose sangüínea as encontradas em pacientes hospitalizados que recebem alimentação intravenosa prolongada isenta de cromo. Já em atletas de endurance e força, representa um problema no metabolismo de carboidrato onde impediria o desempenho ideal em eventos de endurance, considerando que a redução do transporte de aminoácidos para o músculo pode limitar os benefícios de um programa de treinamento com peso.
Teoricamente, a suplementação de cromo pode beneficiar o atleta de endurance, melhorando a sensibilidade à insulina e ao metabolismo de carboidrato durante o exercício. Além disso, como o cromo pode melhorar o efeito anabólico da insulina, ele também pode aumentar a captação de aminoácidos no músculo e modificar a composição corporal, aumentando de forma animadora a massa muscular e reduzindo a gordura. Devido à aplicação comercial dessa última possibilidade teórica tanto para atletas como para a população em geral, a maior parte das pesquisas atuais tem se concentrado no efeito da suplementação de cromo na composição corporal. Mas na prática, estes estudos são contraditórios, pois demonstram efeito positivo na suplementação quanto outros não. Os estudos que empregam métodos mais apropriados para determinar a composição corporal não demonstraram qualquer efeito benéfico da suplementação de cromo na massa corporal magra, na gordura corporal e na força. Embora os dados científicos sejam limitados, esses achados contrariam a hipótese do efeito ergogênico da suplementação de cromo. Entretanto, os efeitos da suplementação de cromo na resistência aeróbia prolongada ainda precisam ser investigados.
Com relação à saúde, o cromo pode ajudar a baixar as concentrações de colesterol ruim LDL ao mesmo tempo em que eleva o colesterol bom HDL em indivíduos com concentrações problemáticas de colesterol sérico. Boas fontes de cromo incluem levedura de cerveja, cereais integrais, castanhas, melaço, queijo, cogumelos e aspargos. A cerveja também contém uma pequena quantidade de cromo e uma fatia de pão integral fornece cerca de 15% da exigência diária.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Desvendando a Obesidade - Parte I


A obesidade, forma mais comum de má nutrição, tem aumentado em proporções alarmantes nas últimas décadas, não só em países ocidentais, mas também globalmente. Obesidade e sobrepeso constituem grave problema de saúde pública em razão do risco de doenças associadas, como hipertensão arterial sistêmica, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo II, doença da vesícula biliar, alguns tipos de câncer, osteoartrite, apnéia do sono, e outras desordens. As causas são de muitos fatores, incluindo genéticos, ambientais, socioeconômicos, e influências comportamentais ou psicológicas. A disponibilidade de dietas com altas densidades calóricas e estilo de vida sedentário, são os dois maiores fatores ambientais associados com o aumento da prevalência da obesidade. Estima – se que aproximadamente 64,5% da população norte americana, isso compreende a mais de 120 milhões de pessoas que apresentam sobrepeso ou obesidade. Em crianças na faixa de 6 a 19 anos de idade, a estimativa é de 15%. No Brasil, a prevalência da obesidade aumentou muito na última, especialmente em mulheres adultas, chegando a 13,3%. A taxa de crescimento da obesidade no país é de 0,36% ao ano para mulheres e de 0,20% ao ano para os homens.
Pode ser definida de diferentes maneiras, ou seja, não há uma definição simples e uniforme. A OMS (organização mundial de saúde) define obesidade como doenças crônica prevalente em países desenvolvidos e em desenvolvimento que está substituindo as preocupações de saúde pública mais tradicionais, como subnutrição (desnutrição) e doenças infecciosas. De maneira simplificada, a obesidade refere – se a um excesso de gordura corpórea ou adiposidade. Apesar de haver evidências de que a distribuição regional da gordura pode alterar os riscos para várias co – morbidades, o índice de peso/ altura que apresentava alta correlação com adiposidade, mas não quantifica a adiposidade corporal total ou fornece informação relativa à distribuição de gordura regional. A OMS recomenda uma classificação mais restrita da obesidade, na qual o sobrepeso é definido como IMC (índice de massa corporal) maior ou igual a 25 e obesidade com IMC maior ou igual a 30.
O índice de massa corporal, é a razão do peso pelo quadrado da altura, ou seja, uma pessoa que pesa 90 Kg e mede 1,70m, calcula - se 90 dividido por 1,70 x 1,70 que é igual a 2,89. Divide se os 90 por 2,89 onde 31,14 Kg/m2 é o IMC calculado. Esta é uma classificação de obesidade neste exemplo, por isso se você apresenta essas características procure realizar uma dieta e inicie uma atividade física, pois os riscos de complicações, já citados podem ocorrer.
Na próxima publicação, explicarei os mecanismos químicos da obesidade e o que podemos fazer para evitá - la.

domingo, 1 de março de 2015

Nutrição, Exercício e Condicionamento Físico para Saúde


O condicionamento físico pode ser definido, em termos gerais, como um conjunto de capacidades que os indivíduos possuem para desempenhar tipos específicos de atividade física. O desenvolvimento do condicionamento físico é uma preocupação importante de muitas organizações profissionais de saúde, incluindo a American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance (AAHPERD), que classificou os componentes do condicionamento físico em duas categorias diferentes. Em geral, essas duas categorias podem ser consideradas, como condicionamento físico para saúde e para o esporte. Ambos são influenciados pela nutrição e o exercício. Como o condicionamento físico, o exercício está se tornando um meio cada vez mais importante de prevenir, e até mesmo de tratar, muitas doenças crônicas que afligem as sociedades desenvolvidas, inclusive cardiopatias coronarianas, acidente vascular cerebral, hipertensão, câncer, diabetes, artrite, osteoporose, doenças pulmonares crônicas e obesidade. Na verdade, alguns médicos consideram o exercício o melhor de todos os remédios, pois oferece um ampla gama de benefícios à saúde. Resumindo, os indivíduos fisicamente ativos gozam de uma melhor qualidade de vida, pois são menos propensos aos sintomas incapacitantes freqüentemente associados a doenças crônicas e também aumentando a expectativa de vida. Devido à grande importância da prevenção de doenças crônicas, milhares de estudos foram e estão sendo realizados para descobrir como os vários nutrientes podem influenciar a saúde. Despertam particular interesse a função do nutriente nas células do corpo em nível molecular, o efeito interativo dos vários nutrientes e a identificação de outros fatores de proteção em certos alimentos. Ainda não existem respostas precisas, mas existem evidências suficientes para nos fornecer algumas diretrizes seguras para uma alimentação saudável. Ao longo dos últimos vinte anos, em resposta à necessidade de dietas mais saudáveis, inúmeras organizações de saúde privada e pública analisaram as pesquisas que relacionam dieta à saúde e criaram algumas diretrizes básicas para o público em geral: 1. Equilibre sua alimentação com a atividade física para manter ou reduzir seu peso; 2. Escolha um dieta balanceada que consista de uma ampla variedade de alimentos; 3. Opte por um consumo baixo de gordura total, saturada (banha, manteiga, bacon, creme de leite, toucinho) e colesterol (encontrada em produtos de origem animal); 4. Prefira uma dieta abundante em cereais integrais, legumes, frutas e vegetais, pois são ricos em carboidratos complexos e fibras; 5. Escolha uma dieta moderada em açúcares e sal; 6. Se você consome bebidas alcoólicas, faça – o com moderação. Não é aconselhável o uso para mulheres grávidas; 7. Mantenha a ingestão moderada de proteínas. Obtenha boa parte da proteína diária de fontes vegetais; 8. Escolha uma dieta com nível adequado de cálcio encontrados em alimentos como: lácteos, vegetal de folha verde – escura, salmão, sardinha, castanhas e ferro encontrados em alimentos como: carne, peixe, frango, fígado e coração bovino, mariscos, cereais integrais, frutas secas, feijões; 9. Crianças e adultos suscetíveis a cáries dentárias devem obter o flúor necessário, encontrado na água potável e em alimentos como leite e frutos do mar ; 10. De modo geral evite o consumo diário de suplementos nutricionais além das quantidades recomendadas pela RDA; para saber as quantidades ideais consulte seu nutricionista; 11. Diminua o consumo de alimentos com aditivos duvidosos. Associando uma alimentação saudável a um programa adequado de exercício, podemos promover saúde e garantir a qualidade de vida, prevenindo assim o risco de desenvolver indesejáveis danos à saúde. Experimente!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Serafim Netto comenta matéria na revista Suplementação

O Dr Serafim Netto contribuiu com uma matéria na revista Suplementação e estamos reproduzindo as dicas que o nutricionista publicou. Espero que isso possa ajudar e tirar algumas dúvidas de vocês.

FRANGO A PARMEGIANA LIGHT


Bom dia pessoal, a maioria das pessoas que querem perder peso ou ter uma alimentação saudável me pergunta o que deve preparar para o almoço ou jantar, pensando nisso, a partir de hoje vou postar algumas receitas aqui no facebook para vocês. Espero que gostem !
FRANGO A PARMEGIANA LIGHT
Ingredientes:
6 filés grandes de frango
1 e 1/2 xícara (chá) de molho de tomate
12 fatias de mussarela
5 colheres (chá) de parmesão ralado
2 colher (chá) de orégano
sal e pimenta-do-reino a gosto
suco de 2 limões
Modo de Preparo:
1. Pré-aqueça o forno a 180ºC (temperatura média).
2. Num prato, tempere os filés com sal e limão.
3. Coloque os filés entre duas folhas de filme e bata levemente com um batedor de carne. Retire o filme e transfira os filés para uma assadeira. Em seguida, leve ao forno para assar por 20 minutos.
4. Retire a assadeira do forno e regue os filés com o molho de tomate. Cubra com as fatias de queijo, polvilhe com o orégano e o parmesão.
5. Volte os filés ao forno e deixe gratinar por mais 5 minutos ou até que o queijo tenha derretido. Sirva a seguir.
Por porção: 297 calorias
Tempo de preparo: Menos de 50 min
Serve: 6 porções